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Mais uma animação bacana da Coca-Cola. O tema é a fórmula secreta e apresenta referências que vão desde o Pinóquio até a Era do Gelo. O clima de fantasia vai até o final com a frase ” No added preservatives or artificial flavors”. Mentos, please? Dica do http://spaceinvaders.com.br

 

Mais peças no Coca-Cola Art Gallery:
http://coca-cola-art.com/ 

Copyright *and* Trademark notice is served, Sir!

A triologia open source, copyleft e colaboração parte II

Copyleft é um trocadilho com o termo copyright, significa “deixamos copiar”. Os projetos Copyleft são livres, assim como os programas open source, e permitem difusão, cópias e modificações, visando o melhoramento da obra num processo continuado.
Trata-se de uma versão de Copyright, na qual as licenças definem clara e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir a liberdade de modificar e redistribuir a obra assim licenciada.
Os projetos criativos publicados na internet podem ter licenças de domínio público, de conteúdo aberto ou de “alguns direitos reservados”. É o caso de imagens, músicas, vídeos, textos e outros formatos que, muitas vezes, são disponibilizados para difusão ou distribuição, desde que algumas condições sejam cumpridas a fim de proteger os direitos autorais.

A Creative Commons é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de incentivar a liberdade criativa, o acesso ao onhecimento, ao diálogo e à transformação da cultura, através de licenças “flexíveis” ara as obras. Parte da idéia de um universo de bens culturais que possam ser acessados ou transformados, desde que o seu autor concorde com isso.
Estas licenças podem ser de Atribuição, que permite cópia, distribuição e execução desde que com o crédito do autor; de Uso Não Comercial, que permite cópia, distribuição e execução somente para fins não comerciais; de Não à Obras Derivadas que permite cópia, distribuição e execução somente de cópias exatas da obra, mas não de obras derivadas; e de Compartilhamento pela mesma Licença, que permite distribuição de obras derivadas somente sob uma licença idêntica à licença que rege a obra.

Para obter um licença é preciso ser dono do conteúdo para colocar o selo no site, blog, CD ou livro. Se for dono de parte do conteúdo, vale somente para a parte.

Em sua palestra na Campus Party Ronaldo Lemos, representante brasileiro da Creative Commons, atentou para a dificuldade da escolha da licença e do nivel de abertura da obra.
No Brasil não existe uma lei de responsabilidade civil na internet e pela legislação ao navegar na web há infração do direito autoral. A prática é bem diferente da lei. A lei do direito autoral passa a valer automaticamente e é ampliada para o meio digital. Não existe uma legislação para o uso privado. Quando se fala em produção colaborativa é ainda mais grave pois é muito dificil obter permissões para o uso de conteúdo.

A solução, ainda segundo Ronaldo Lemos, é uma mudança na lei e no pensamento jurídico, sugerindo também licenças para uso não exclusivos par reprodução, exibição e distribuição de conteúdos criados por usuários.

Veja o caso Ciccarelli e YouTube e tantos outros envolvendo blogs e orkut. Veja sua playlist do IPod. Veja aquele episódio de Lost que você baixou.

Veja a entrevista de Ronaldo Lemos da Caros Amigos

Veja a palestra completa na Campus Party

dontclick



A hipermídia une os conceitos de hipertexto e multimídia. É um hiperdocumento que contém imagens, sons, textos e vídeos. Assim como o hipertexto, possibilita a leitura não linear de determinado conteúdo e contém links para outros hiperdocumentos.



“Hipermídia é uma forma combinatória, permutacional e interativa de multimídia, em que textos, sons e imagens (estáticas e em movimento) estão ligados entre si por elos probabilísticos e móveis, que podem ser configurados pelos receptores de diferentes maneiras, de modo a compor obras instáveis em quantidades infinitas.”



Para Vicente Gosciola, a hipermídia é o novo paradigma de comunicação:
“O conjunto de meios que permite acesso simultâneo a textos, imagens e sons de modo interativo e não-linear, possibilitando fazer links entre elementos de mídia, controlar a própria navegação e, até, extrair textos, imagens.” (Vicente Goiscola:2003)



Gosciola propõe ainda roteirizações específicas para o campo das novas tecnologias, tendo como maior desafio a comunicação dos conteúdos e da narrativa, uma vez que a tela do computador pode apresentar dois ou mais conteúdos simultâneos à interpretação do usuário-espectador.

At a glance

Saiu uma matéria muito bacana na Smashing Magazine com uma seleção de curtas de genêros, temas e técnicas diferentes. Um apanhado de coisas legais pra assistir no YouTube.
Incrível como a inernet facilitou a divulgação de curtas . O que antes envolvia custos de produção que iam desde da compra dos rolos de negativos até a telecinagem e as cópias de exibição – ou caso dos vídeos, as cópias VHS mais o sedex para os canais – é resolvido por uma câmera digital (sim, até do celular!) e um cabo USB. Enfim, como formanda da última turma analógica de RTV da FAAP vejo meus dois anos finais de matérias práticas completamente obsoletos. Estamos muito mais próximos do “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” do que nos tempos de Glauber Rocha. Imagine Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Humberto Mauro e  outros cineastas velha guarda nos tempos do YouTube.

Pra assistir:
Starless Night
Circle of Life
Space Alone

At a glance

Jasper Morello Animated Movie (AMV)

Matéria completa: http://www.smashingmagazine.com/2008/03/03/25-brilliant-animated-short-movies/

Glauber Rocha no YouTube:
Terra em Transe (trechinho)
Maranhão 66
Deus e o Diabo na Terra do Sol 

Nelson Pereira dos Santos no YouTube:
Rio 40 Graus

Humberto Mauro no YouTube:
O genial Estava a velha a fiar

deliciados